Sementes de Sorgo Forrageiro IAC Santa Elisa - Caixa com 2 kg

Marca: BRSEEDS Modelo: Embalagem com 2 kg Disponibilidade: Em Estoque Código: 1247


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Sorgo Forrageiro IAC SANTA ELISA

 

O sorgo é uma planta para cultivo anual pertencente à família Poacea com metabolismo do grupo C4 e alta eficiência na utilização da radiação solar para conversão do CO2 em foto assimilados.

Apresenta elevada produção de biomassa e é indicado, principalmente, para ambientes com restrição hídrica.

 

Cultivares: no mercado há muitas variedades e híbridos registrados no RNC-MAPA, de várias espécies, de ciclo precoce a tardio, porte médio a alto, indicados para vários fins: produção de grãos, silagem, pastejo e cobertura vegetal do solo. Os híbridos precoces de porte médio com alta produção de grãos são chamados de duplo propósito, servem para produção de grãos ou silagem de valor nutritivo próximo ao milho.

 O IAC Santa Elisa apresenta tolerância à seca e é um dos poucos indicados para produção de massa no outono-inverno, em sucessão à soja, em regiões com poucas chuvas, para pastagem ou planta de cobertura.

Época de semeadura: início nas primeiras chuvas do ano agrícola, geralmente após 100 mm de chuva. Muitas cultivares de sorgo são sensíveis à foto período, ocorrendo estímulo floral precoce e menor produção de matéria seca, quando se atrasa o plantio.

Preparo do solo: sistema convencional (aração + gradagem) ou sistema de plantio direto. Em solos de primeiro ano de cultivo, com problemas de fertilidade e/ou compactação, utiliza-se o sistema convencional para incorporação de corretivos e fertilizantes e descompactação. O plantio direto é indicado quando o solo já é manejado adequadamente neste sistema.

Arranjo de plantas: o espaçamento entrelinhas varia de 50 a 90 cm e a população de plantas de 110 a 140 mil plantas por hectare. Os espaçamentos maiores facilitam o trabalho da maioria das máquinas de corte da forragem, sendo mais apropriados para a produção de silagem. No sorgo para corte, pastejo e cobertura vegetal (produção de palha) são utilizados espaçamentos estreitos, podendo ser distribuído a lanço, com população de plantas variando entre 200 a 600 mil ha-1, em função da modalidade de semeadura.

Densidade e gasto de sementes: para produção de silagem indica-se a utilização de 12 a 20 sementes por metro linear, em espaçamento 80 a 90 cm, com consumo de 5 a 7 kg de sementes por hectare, já considerando 80% de germinação e perdas de 20% Sorgo Forrageiro de plântulas, devido ao ataque de pragas e pássaros e problemas de qualidade no plantio.

No sorgo destinado para pastejo, fenação e cobertura vegetal o gasto de sementes é maior, principalmente na semeadura a lanço, variando de 10 a 30 kg ha-1.

Plantio: em sulcos uniformes, feitos por meio de semeadura na profundidade 1 a 2 cm, utilizando-se menores profundidades em solos mais argilosos. O adubo deve ser depositado no fundo do sulco, a uma distância mínima de 4 cm das sementes, para evitar danos às sementes.

Controle de erosão: uso de sistema plantio direto, e em áreas com declive maior que 3%, indica-se o plantio em nível, associado ao terraceamento e as práticas conservacionistas complementares, de acordo com o tipo de solo, classe de capacidade de uso das terras, manejo e rotação de culturas adotados.

Calagem: com base na análise química do solo na profundidade 0-20 cm, aplicar calcário antes da safra de verão, para elevar a saturação por bases (V) a 70% e o magnésio a um teor mínimo de 4 mmolc dm-3.

Em solos com mais de 50 mg dm-3 de matéria orgânica, basta calcular a dose de calcário para elevar V a 50%.

Adubação de plantio: de modo geral, recomenda-se aplicar 20 a 40 kg ha-1 de nitrogênio (N) na semeadura, utilizando maiores doses em espaçamentos reduzidos e histórico de gramíneas. Fazer a adubação com fósforo (P) e potássio (K), com base na análise do solo e meta de produtividade, utilizando maiores doses em áreas de maior potencial produtivo. Nas lavouras para silagem recomendam-se em solos com teores de P e K baixo, médio e alto, 80-100, 60-80 e 40-60 kg ha-1 de P2O5 e 140-200, 100-160 e 50-120 kg ha-1 de K2O, respectivamente, para produção de 35 a 50 t ha-1 e 50 a 70 t ha-1 de massa verde. Aplicar 40 a 50 kg ha-1 de K2O no sulco de semeadura ou a dose total a lanço, imediatamente antes da implantação da cultura, exceto em solos arenosos. Os níveis de adubação com potássio em áreas utilizadas continuamente para produção de silagem devem ser determinados com especial atenção, pois a extração deste nutriente é bastante elevada. Empregar 20 a 30 kg ha-1 de S e, em solos deficientes, até 5 kg ha-1 de zinco.

Adubação de cobertura: considerando as duas metas de produção anteriores, recomenda-se aplicar em solos de alta, média e baixa resposta ao nitrogênio, 80-120, 60-90 e 40-60 kg ha-1 de N, respectivamente.

Se o histórico da área favorecer a alta resposta e/ou em solos arenosos, o nitrogênio deve ser parcelado em duas adubações de cobertura, sendo a primeira junto com potássio e/ou enxofre, até os 21 dias após a semeadura, e a segunda, exclusivamente de N, até os 42 dias após a semeadura.

Controle de plantas daninhas: no sistema plantio direto, dentre os herbicidas dessecantes utilizados antes da semeadura destacam-se o glifosato, por não apresentar efeito residual no solo. Para ampliar o espectro de controle, outros produtos como o carfentrazone têm sido utilizados com sucesso por agricultores, no manejo das infestantes em pré-plantio. O controle de plantas daninhas no sorgo deve ser feito com herbicidas específicos em conjunto com outros métodos de controle. Apenas marcas comerciais do ingrediente ativo atrazina são registradas no MAPA para a cultura do sorgo no Brasil. Esses herbicidas podem ser utilizados tanto em pré como em pós-emergência da cultura, exceto em solos arenosos onde a aplicação em pré-emergência não deve ser utilizada.

Controle de pragas e doenças: para o controle de pragas iniciais recomenda-se o tratamento de sementes com inseticidas específicos registrados no MAPA. Para outras pragas, que surgem ao longo do ciclo da cultura, como a lagarta-do-cartucho e pulgões, iniciar o controle químico com inseticidas específicos, quando 20% das plantas estiverem atacadas. Para o controle de doenças, recomenda-se o tratamento de sementes com fungicidas, uso de cultivares resistentes, e medidas complementares como rotação de cultura, época adequada de semeadura. No caso de ocorrência de epidemias, realizar o controle químico com fungicida específico para a doença a ser controlada.

Época de colheita: Florescimento somente no mês de maio, sendo o estádio ideal de colheita de sorgo para silagem é quando o grão da porção média da panícula (cacho) estiver de pastoso a farináceo e a planta toda com teor de matéria seca entre 30% e 35%. Planta de sorgo ensilada com menos de 30% de matéria seca possui muita umidade, o que aumenta as perdas de nutrientes através da liberação de efluente, além de favorecer a degradação da massa ensilada por fermentação indesejável por clostrídios. Ao contrário, plantas com teor de matéria seca acima de 40% dificultam a picagem e a compactação, favorecendo o desenvolvimento de fungos e leveduras aeróbicos que aquecem a massa, degradam os nutrientes e empobrecem a silagem final, que pode ser rejeitada pelo animal.

 

Produtividade: cultivares de porte alto em condições ambientais desfavoráveis e cultivares de porte médio - 35 a 50 t ha-1 de massa verde, equivalente a 12 a 18 t ha-1 de matéria seca (MS); cultivares de porte alto em condições ambientais favoráveis 100 t ha-1 de massa verde, equivalente a 18 a 25 t ha-1 MS (planta com 35% de MS). A produção de matéria verde é maior no primeiro corte e a produção da rebrota pode atingir até 50% da produção obtida no primeiro corte, se as condições de clima e solo forem favoráveis.

 

Qualidade da silagem: o valor nutricional da silagem de sorgo equivale a 72% a 92% do valor da silagem de milho. Comparativamente ao milho, o sorgo forrageiro apresenta maior proporção de folhas (25% da massa seca da planta) e colmos (50%), que são as frações menos digestíveis, e menor proporção de grãos (25%), daí seu menor valor nutritivo. A menor proporção de grãos é, em parte, resultado das perdas pelo Sorgo Forrageiro ataque de pássaros. Mas, o potencial produtivo do sorgo pode ser maior que o do milho, em condições de estresse hídrico e baixa fertilidade do solo. Em áreas pequenas de sorgo pode ocorrer ataque intenso de pássaros e consumo de parte ou de todos os grãos das panículas, empobrecendo a qualidade da silagem.

 

Rotação: soja, amendoim, algodão e outras culturas.

 

Observação: as lavouras semeadas em outubro e novembro podem dar rebrota com produção satisfatória, pois a colheita para ensilagem ocorre entre fevereiro e abril e neste período ainda ocorrem chuvas que favorecem o desenvolvimento das plantas.

No caso da colheita para ensilagem, dependendo da cultivar, é possível utilizar a rebrota para pastejo e cobertura vegetal na entressafra.

01 caixa contendo 2 kg de Sementes de Sorgo Forrageiro

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